Vou abrir o mês de novembro abordando um assunto que está me
preocupando e, em alguns casos, me deixando um pouco atônita: Educação – ou
melhor, a falta dela.
Tenho pessoas maravilhosas em minha vida que foram colocadas
como anjos que fazem por mim e desejam para mim coisas boas e agradáveis, e eu não
tenho dúvidas que tratam-se de sentimentos verdadeiros. Eu agradeço à Deus por
tê-las colocado em minha jornada, mas hoje vou abrir um pequeno espaço no meu
Blog para escrever sobre pessoas que estão em todos os lugares e situações, as
mal educadas.

Infelizmente, pelo que posso notar, e essa não é uma
reclamação exclusivamente minha, a educação e o respeito não têm sido usados
com frequência por algumas pessoas. Eu estou falando sobre os pequenos gestos e
atitudes do nosso dia a dia como, por exemplo, desejar um bom dia, agradecer a
alguém ou pedir por favor. Estas, são atitudes que estão ficando cada vez mais
escassas e esquecidas.
Moro em um edifício onde mal conheço os meus vizinhos e
parte deles - não vou generalizar, pois eu não estaria sendo justa – são tão
amargos e mal humorados que me fizeram abolir as reuniões de condomínio do meu calendário.
Outro tipo de gente é aquela que acha que ter dinheiro a
isenta de ter educação, afinal, na cabeça dela, quem tem dinheiro não precisa
de mais nada! A arrogância predomina. Por que ser gentil com alguém que não vai
dar nada em troca? Que conveniência se teria no simples ato de dizer um bom dia
para alguém que, a princípio, não vai proporcionar, para essas pessoas, os
valores que elas colocaram como prioridade na vida delas?
Não se trata de uma geração específica, se bem que os jovens
estão deixando mais a desejar nesse quesito mas, encontro pessoas de todas as
idades e de todas as profissões que fazem questão de economizar nos sorrisos e
nas pequenas gentilezas. Não sei que tipo de “economia” é essa que só pode
render a antipatia.
No trânsito então, como diria uma ex-colega de trabalho, só
por Deus! Quanta gente estressada, mal humorada e, eu diria, de alta
periculosidade. Sim, porque uma pessoa que sai dirigindo cometendo todos os
tipos de infrações para se dar bem e chegar ao destino delas mais rápido que o
resto dos motoristas da cidade, tem que ser considerada um risco a humanidade.
Infelizmente, para finalizar, tenho a dizer que essas
pessoas a quem me referi não fazem a mínima questão de olhar o outro com
generosidade e o que, de fato, mais me entristece é saber que a tendência é só piorar.
Grande abraço a todos.
Magali Perdigão
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